{"id":1205,"date":"2026-09-03T15:05:30","date_gmt":"2026-09-03T18:05:30","guid":{"rendered":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/?p=1205"},"modified":"2026-09-03T15:05:30","modified_gmt":"2026-09-03T18:05:30","slug":"manger-cadavre-retorna-a-curitiba-para-celebrar-15-anos-de-estrada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/?p=1205","title":{"rendered":"Manger Cadavre? retorna a Curitiba para celebrar 15 anos de estrada"},"content":{"rendered":"\n<p>Neste s\u00e1bado (5), a banda Manger Cadavre? retorna aos palcos do Spunk Bar para um show em comemora\u00e7\u00e3o aos 15 anos de estrada. Para completar o line-up, a banda curitibana de grindcore Bomba Caseira se une ao grupo paulista, em uma noite que conta com a presen\u00e7a de duas bandas com mulheres nos vocais.<\/p>\n\n\n\n<p>O Manger Cadavre?, sim, a interroga\u00e7\u00e3o faz parte do nome, que significa \u201cComer Cad\u00e1ver?\u201d, surgiu em 2011, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP). Desde ent\u00e3o, a banda j\u00e1 passou por grandes festivais, como Obscene Extreme e Setembro Negro. Em 2026, o grupo j\u00e1 realizou shows em mais de 20 cidades em uma turn\u00ea que come\u00e7ou em fevereiro e segue at\u00e9 dezembro.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:19px\">No ano passado, o Coletivo Ratazanas entrevistou a banda durante sua \u00faltima passagem por Curitiba, tamb\u00e9m no Spunk Bar. Na ocasi\u00e3o, o espa\u00e7o realizava seu primeiro show na nova casa. <br><br><strong><em>Confira abaixo o pingue-pongue realizado com a vocalista Nata de Lima.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea est\u00e3o realizando uma turn\u00ea extensa. Como tem sido essa experi\u00eancia e como foi o show de hoje pra voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nata de Lima:<\/strong> Estamos em turn\u00ea desde fevereiro. J\u00e1 foram mais de 40 shows, mais ou menos, j\u00e1 perdi a conta. Pra gente \u00e9 muito massa porque eu, particularmente, prefiro tocar em lugares pequenos. Acho que a vibe \u00e9 muito mais legal, a galera agita, fica mais animada, e isso d\u00e1 um g\u00e1s pra gente. A gente toca bastante em palco grande tamb\u00e9m, mas a gente gosta mesmo \u00e9 de tocar em lugar menor porque \u00e9 outra energia e a gente \u00e9 uma banda underground, no final das contas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea j\u00e1 morou em Curitiba. Como era a cena da cidade naquela \u00e9poca e como voc\u00ea percebe as mudan\u00e7as de l\u00e1 para c\u00e1?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nata de Lima:<\/strong> Eu morei em 2006, morei uns sete meses e n\u00e3o aguentei o frio. N\u00e3o s\u00f3 o frio da cidade, mas o frio da galera. Os amigos que eu tinha aqui, eu tinha muita dificuldade pra conhecer gente e os rol\u00eas eram muito fracos. Os rol\u00eas tinham, no m\u00e1ximo, 10, 15 pessoas. Mas, de uns tempos pra c\u00e1, a cena reacendeu e tem muita gente jovem. E mesmo depois que a gente montou o Manger, se n\u00e3o me engano, a primeira vez foi em 2014, de l\u00e1 pra c\u00e1 aumentou muito o rol\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>Na minha \u00e9poca tamb\u00e9m n\u00e3o tinha muita mina no rol\u00ea e achei muito massa que a cena tamb\u00e9m est\u00e1 mais diversa, praticamente meio a meio de mina e cara no rol\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>E essa passagem pelo Spunk Bar, em especial, como foi para voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nata de Lima:<\/strong> Esse rol\u00ea em espec\u00edfico t\u00e1 muito massa, porque a gente j\u00e1 tocou no Basement, no Camale\u00e3o, Stage Garden, no 92 Graus, e ali foi o lugar mais massa de tocar. Nosso primeiro show, estreando o lugar de shows do Spunk, foi muito massa porque juntou p\u00fablicos de diversos g\u00eaneros. Tinha punk e metaleiro. E isso \u00e9 muito legal porque as influ\u00eancias do nosso som s\u00e3o bem diversas. A gente tem o D-beat da bateria do crust, mas tem base de death, doom, thrash.<br><br><strong>E quais bandas da cidade voc\u00eas mais t\u00eam escutado?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nata de Lima:<\/strong> O Crotch Rot. S\u00e3o muito amigos nossos, e \u00e9 muito foda o som deles. Mas tamb\u00e9m gosto de C\u00e3es de Terminal, Ethel Hunter, Humanal, Mustaphorius\u2026 A cena de Curitiba \u00e9 muito forte.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste s\u00e1bado (5), a banda Manger Cadavre? retorna aos palcos do Spunk Bar para um show em comemora\u00e7\u00e3o aos 15 anos de estrada. Para completar o line-up, a banda curitibana de grindcore Bomba Caseira se une ao grupo paulista, em uma noite que conta com a presen\u00e7a de duas bandas com mulheres nos vocais. O Manger Cadavre?, sim, a interroga\u00e7\u00e3o faz parte do nome, que significa \u201cComer Cad\u00e1ver?\u201d, surgiu em 2011, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP). Desde ent\u00e3o, a banda j\u00e1 passou por grandes festivais, como Obscene Extreme e Setembro Negro. Em 2026, o grupo j\u00e1 realizou shows em mais de 20 cidades em uma turn\u00ea que come\u00e7ou em fevereiro e segue at\u00e9 dezembro. No ano passado, o Coletivo Ratazanas entrevistou a banda durante sua \u00faltima passagem por Curitiba, tamb\u00e9m no Spunk Bar. Na ocasi\u00e3o, o espa\u00e7o realizava seu primeiro show na nova casa. Confira abaixo o pingue-pongue realizado com a vocalista Nata de Lima. Voc\u00ea est\u00e3o realizando uma turn\u00ea extensa. Como tem sido essa experi\u00eancia e como foi o show de hoje pra voc\u00eas? Nata de Lima: Estamos em turn\u00ea desde fevereiro. J\u00e1 foram mais de 40 shows, mais ou menos, j\u00e1 perdi a conta. Pra gente \u00e9 muito massa porque eu, particularmente, prefiro tocar em lugares pequenos. Acho que a vibe \u00e9 muito mais legal, a galera agita, fica mais animada, e isso d\u00e1 um g\u00e1s pra gente. A gente toca bastante em palco grande tamb\u00e9m, mas a gente gosta mesmo \u00e9 de tocar em lugar menor porque \u00e9 outra energia e a gente \u00e9 uma banda underground, no final das contas. Voc\u00ea j\u00e1 morou em Curitiba. Como era a cena da cidade naquela \u00e9poca e como voc\u00ea percebe as mudan\u00e7as de l\u00e1 para c\u00e1? Nata de Lima: Eu morei em 2006, morei uns sete meses e n\u00e3o aguentei o frio. N\u00e3o s\u00f3 o frio da cidade, mas o frio da galera. Os amigos que eu tinha aqui, eu tinha muita dificuldade pra conhecer gente e os rol\u00eas eram muito fracos. Os rol\u00eas tinham, no m\u00e1ximo, 10, 15 pessoas. Mas, de uns tempos pra c\u00e1, a cena reacendeu e tem muita gente jovem. E mesmo depois que a gente montou o Manger, se n\u00e3o me engano, a primeira vez foi em 2014, de l\u00e1 pra c\u00e1 aumentou muito o rol\u00ea. Na minha \u00e9poca tamb\u00e9m n\u00e3o tinha muita mina no rol\u00ea e achei muito massa que a cena tamb\u00e9m est\u00e1 mais diversa, praticamente meio a meio de mina e cara no rol\u00ea. E essa passagem pelo Spunk Bar, em especial, como foi para voc\u00eas? Nata de Lima: Esse rol\u00ea em espec\u00edfico t\u00e1 muito massa, porque a gente j\u00e1 tocou no Basement, no Camale\u00e3o, Stage Garden, no 92 Graus, e ali foi o lugar mais massa de tocar. Nosso primeiro show, estreando o lugar de shows do Spunk, foi muito massa porque juntou p\u00fablicos de diversos g\u00eaneros. Tinha punk e metaleiro. E isso \u00e9 muito legal porque as influ\u00eancias do nosso som s\u00e3o bem diversas. A gente tem o D-beat da bateria do crust, mas tem base de death, doom, thrash. E quais bandas da cidade voc\u00eas mais t\u00eam escutado? Nata de Lima: O Crotch Rot. S\u00e3o muito amigos nossos, e \u00e9 muito foda o som deles. Mas tamb\u00e9m gosto de C\u00e3es de Terminal, Ethel Hunter, Humanal, Mustaphorius\u2026 A cena de Curitiba \u00e9 muito forte.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1206,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1205","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cinema"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1205","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1205"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1205\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1207,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1205\/revisions\/1207"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1206"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1205"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1205"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/coletivoratazanas.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1205"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}